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Aquela palavra aberta. Que traz vogais arredondadas e infinitas. Duas consoantes marcantes e comestíveis. É quando você pronuncia a palavra já meio cantando. É a bahia no coração da gente. É a saliva na boca. É um pouquinho do mar. Das águas de sal. Da saudade que fica. Da vontade de vida. Odara é capoeira. Angola. Mandinga. Luta Brincante. Onda Forte Serena. É mandingueira. Malemolência. Samba miúdo. Dengosa. Ciranda. Canto na lua cheia. É sereia que samba na areia, nas praias de Joaquina. Nos mares de Janaína. Odara é vontade de sorrir. Bate na gente com a voz na vitrola. Faz o corpo dançar gostoso. Um pouquinho de tim. De bens e caes. Um djavan no piano. Tantos ais. Faz a gente cantar no chuveiro. Andar pelado pela casa. Passar café fresquinho. Fazer amor. Conversar com quem se gosta. Tomar um vinho. Odara faz suspirar profundo. Renovar os ares. Fazer algo novo. Surpreender. Escrever um bilhetinho. Desenhar com lápis pastel. Pintar com os aquarelados.  Captar um instante poético. Eternizar o agora em presente. 

Energia amorosa. Delicadeza. Lúdica. Sensível. Feminina. Bem brasileira. Mameluca, das nossas matrizes africanas. Bem do nosso jeitinho. Samba de ser. Enche coração precisado de coragem. Faz brotar pé de esperança. Então a gente dança e canta. Que Dára. Acredita que Dára! ODARA! 

 

* Que hoje você se encante com alguma simplicidade invisível. Que te deixe toda Odara. Toda sua. Cheia d'água. Perfumada. Carregada de prazer. Vida Leve. E Alma Clara.

Odara

Pra ficar Odara...